quinta-feira, fevereiro 26, 2009

the kings of the road
Ou: "Madonna bege techno é muito love" (Flávio Jupiter Basso Maçã, abrindo as tortas e as cucas)

no meio do mundo, ou nem tanto


Voltei, voltamos. Teve barro, lama, pedra, sol, chuva, calor, frio, suor, paisagem lindas de chorar. E alegria.

Vontade de contar as aventuras pelo Interior do Gaúcho, mas tô correndo contra o relógio enquanto (re)penso (n)o sentido da vida. Por enquanto, vou botando umas fotinhas aqui.

Melhor parte da viagem? Quando passamos pela localidade com o inacreditável nome de FAXINAL DOS PELÚCIOS: uma placa, três casinhas, gente nenhuma, chuva fina. Uns 20 km adiante e eu ainda com crise de riso convulsiva cada vez que lembrava: Faxinal dos Pelúcios! Eu já tinha visto no mapa, mas jurava que era erro de impressão.

77 e eu criamos o dilálogo:

- Dontué, bagual?
- De Faxinal.
- Ma que Faxinal?
- Dos Pelúcios.
- Hummm, que fofinho, tchê.

Cada vez que eu pensava em Faxinal dos Pelúcios, por motivos óbvios, lembrava do Toni Ramos e caía na risada novamente.

Eu sei, eu sei. É bem feio isso. Mas se não sou eu pra fazer piada, quem vai fazer?

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Outro momento bacana foi quando quase atolamos num BARRAL entre São José dos Ausentes e Bom Jesus. Só não atolamos porque 77 tem braço firme, a perua verde (aka nosso carro) é forte e deus olhou pra nós e disse: "ok, vão em frente". Mas o negócio era bem feio.

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Talvez eu consiga voltar com um Momento Guia Quatro Rodas dando as barbadas dos Campos de Cima da Serra. Talvez não. Tô numas de "tudo é tão possível...".

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Próxima viagem dos sonhos pelo Interior do Gaúcho: UNISTALDA. Pertinho de Bossoroca, dois mil habitantes, capital do pau-ferro e cidade dos raios. Melhor nome de cidade. Isso tudo me encanta horrores, vocês nem sabem como.

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Música pra viajar. Tou ouvindo Jupiter Maçã alucinadamente. "Uma tarde na fruteira" é um disco ducaralho. Aliás, Jupiter Maçã é um cara ducaralho-afudêamente: um dos mais sensacionais artistas vivos e sequelados (agora sem trema) em atividade. Vão por mim.

"o sol é lindo /a manhã é jovem
as peças de antiquário / se foram com ela / na chegada da manhã
"
(Jupiter em Mademoiselle Marchand)

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sexta-feira, fevereiro 20, 2009

dos partires
pinto ou não pinto?
autorretrato de sextafêra.
- de folga. ah, casa. a luz que entra pela manhã. adoro! -


O futon - cujo estrado é obra (projeto e execução) de 77 - é uma das novidades decorativas do Chamego Center. Mas ainda não é hora de falar disso. Ainda não. Porque amanhã é carnaval e há três mil quilômetros daqui meu irmão se prepara para migrar, que nem eu fiz há dez anos atrás, e meu coração se divide entre a alegria, a expectativa e o aperto. Meu irmãozinho de 25 anos, produtor de publicidade e cinema, vai pro Rio de Xaneiro. E eu, que sei o que é partir, fico daqui, só torcendo. Muito.

Enquanto ele arruma a mala - e a mudança - de lá, eu arrumo a malinha daqui, tento botar a vida e a casa em ordem. Vamos lá, 77 e eu, passar o que uns chamam de carnaval em Cambará do Sul - Parque Nacional dos Aparados da Serra, os cânios gaúchos, aquela coisa natural toda. Na volta eu não desfaço nem as necessaires porque já vou quase direto pra capitar, jogar as tranças ni Sum Paulo, encontrar Adelaide e ver Denize, comprar porcariazinha japa na Liberdade, conferir as novidades da Gift Fair. Não se enganem: é trabalho. E, logo mais adiante, só mudo o figurino e desembarco direto em Don't Touch Me City, festa nacional da cuca com linguiça (primeiro ano sem trema), essa coisa toda que você, leitor amigo antigo, já conhece.

É, eu sei: eu também tenho essa sensação que minha vida é um eterno dia da marmota. E já tá começando a ficar sem graça...

Tá, agora eu vou ali terminar de arrumar a mala. A calmaria que precede a tempestade.

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"A terra é um rio". ODE. Ando Wado.

Tome:



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Sambe de que lado quiser
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terça-feira, fevereiro 17, 2009

qualé? qual foi? pusque que tu tá nessa?
hidratação: o segredo do meu sucesso


Voltei pra casa e troquei os Drexler, os Joys e os Lavie do iPobre tudo por Wado. Aí elaborei minha questão Tostines do dia: se voltar pra casa é como ouvir Wado ou se ouvir Wado é como voltar pra casa.

"E se na vida tudo não valer eu vou procurar você / pra dizer que não deu certo /não bonito nem correto / mas que a vida é mesmo assim" (Wado - e Alvinho? - em Poema de Maria Rosa)

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A palavra IMPRENSA bem grande, em letra de fôrma, na minha sala lá na feira do interior do meu Brasil-il-il-il na semana passada equivalia a "CASA DA MÃE JOANA" em letras góticas doiradas. Porque tinha gente que entrava lá só pra atender o celular - veja bem - porque lá dentro era menos barulhento (e mais aconchegante?) e haviam os que me achavam com cara de moça do xerox só porque tinha um, como se chama?, um desses aparelho multifunção scaner-impressora-copiadora, sabem? Agora, sempre tem um idiota que te viu uma vez na vida e pensa que só porque presta serviço pra mesma empresa que você tem o direito de ser íntimo seu e passar o dia te achincalhando e fazendo piada. Outro dia, quase fim de expediente, eu enlouquecida tentando terminar um trabalho pra poder pegar a carona nossa de todo dia e voltar pro hotel, chega um fulaninho, enfia a cara na minha salinha com um letreito IMPRENSA e diz, solene:

"SE O JORNAL NACIONAL APARECER, DIZ QUE EU JÁ FUI!"

Entre girar uma manivela imaginária com a mão direita, que levanta um dedo médio real da mão esquerda e dar uma resposta cretina, eu só fiz aquela minha melhor cara de nada, com um sorriso amarelo de canto de boca.

Pior pra ele, que já tinha ido quando o Jornal Nacional REALMENTE apareceu.

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Ainda na feira, pra dizer que a moça era muito, muito feia, uma pessoa me disse assim: "ela é a versão feminina do Tiririca". A parte de mim que está tentando ser uma pessoa melhor sentiu dó. A outra parte quase teve um colapso de tanto achar graça.

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Eu não sei vocês, mas tem dias que eu tenho vontade de mandar tudo pro espaço.

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Mudando de saco pra mala, parem tudo e vão lá ver: o link do meu programa preferido do oeste paranaense na interne-tê VOLTOU! se não tiverem tempo sobrando como eu (cof-cof) vão direto lá pro finalzão e se mijem nas calças vendo os ERROS DE GRAVAÇÃO.

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Nem parece que eu voltei mesmo, né? mas eu voltei. Ah, eu voltei.

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quinta-feira, fevereiro 12, 2009

zero quatro cinco
eu me amarrei no seu coração, Daniel
ai gurias, ele é um fofo, mas é meio paradão...


Em 30 de janeiro de 2008 Joelma escreveu aqui nesse mesmo monomulti: "eu pago os meus pecados em feira agrícola com vento, frio, chuva e lama". Vocês não queiram saber o que eu tenho passado nessa semana que dura séculos e não acaba nunca. Ontem mesmo chovia tanto, ventava tanto, relampeava, trovejava e fazia CABUM, aquele estande sacudia todinho e eu estatelada, com meus zóião e cara de lôca, achando que ia vir um tornado e levar tudo embora pelos ares que nem aquele filme Twist, sabem? Medo, delírio, pânico, terror e cagaço no oeste paranaense.

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Ah, o oeste paranaense. O que vocês não sabem é que eu tenho um programa de TV preferido no oeste paranaense e que eu descobri que eu não preciso mais vir até o oeste paranaense pra ver o meu programa de TV preferido do oeste paranaense porque ele agora está na interné-tê. Até ontem tava tudo no ar, eu juro, mas eu acho que foi a chuva, o vento, o relâmpago e a quantidade absurda de raios que fez o site escafeder-se no limbo tecnológico. Mas ele volta, ah volta! E eu garanto que vocês também vão gostar do meu meu programa de TV preferido do oeste paranaense que se auto define como um programa absoluto, versátil, divertido (ô) e muito, muito chic. Como seu apresentador, o moço loiro que assina essa coluna aqui ó.

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Eis que agora eu também tenho uma revista preferida no oeste paranaense cujo editorial começa assim: "Hoje em dia, com tantos problemas enfrentados de ordem emocional, familiar, social, financeiro, procuramos por profissionais competentes que possam nos mostrar uma luz no fim do túnel, uma cor diferente no arco-íris das nossas vidas..." e termina com "Boa sorte e um beijo no coração". Meu zóinhos (outrora zóiões) brilharam. A primeira matéra, sobre Etiqueta social no Natal (é uma edição de dezembro), manda, entre as seis sugestões com relação a cartões de natal: "o correto é remetê-lo a partir do dia primeiro de dezembro, data em que, teoricamente, entra em vigor o espírito natalino". Fantastic! Depois vem uma matéria sobre varizes, um monte de artigos de auto-ajuda, alguns apócrifos da internet, um artigo sobre sexo, um artigo sobre drogas, um artigo sobre motivação, um artigo sobre astrologia, um artigo sobre auto-controle, mais apócrifos, um artigo do Lair Ribeiro sobre qualquer coisa, DOIS artigos sobre relacionamento e, finalmente, um artigo sobre "a nova identidade masculina" assinado por um indivído que "trabalha com linguagem e expressão corporal, bioenergética, aconselhamentno, respiração, técnicas de auto-conhecimento e meditação". Eu não li o artigo, só passei os zôios bem no exato parágrafo que diz que "este novo homem também já aprendeu que pode chorar". Tá bom pá tu, tatu? Depois vem uma matéria sobre um campeonato de motocross - e um anúncio do campeonato de motocross - e, então, as colunas sociais onde os indivídos mais retratados são os próprios colunistas. O apresentador do meu programa de TV preferido no oeste paranaense aparece algumas vezes. Luxo.

Ah, eu falei que antes da primeira matéria, aquela sobre etiqueta social no natal, tem uma página inteira com duas piadas velhas, uma sobre advogados e outra sobre... advogados? GAMEI.

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Sabem, eu não contei pra vocês, mas é com tudo isso que eu me divirto nas horas vagas, em X-Vel City.

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Aí ontem, quando passou o dilúvio, o povo do trabalho me convenceu a ir num restaurante chamando O Rei da Codorna.

Em nome da diversão, eu fui.

Zêntchi, cês precisavam estar lá pra ver: era tudo cenográfico! Eles tinham codornas gigantes de isopor a la Joãozinho Trinta decorando o ambiente, as paredes eram de madeira cenográfica e pedra cenográfica (era uma pintura emulando madeira e pedra, tão ligados?), tinha uma adega com um parreiral cenográfico e até um bonsai (!) cenográfico! Eu fiquei com nojinha e pena (ó ó, duplo sentido! duplo sentido!) das bichinhas e quis comer não - vai que eles me trazem uma CODORNA FAKE?

Pedi um frango a passarinho.

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O martírio termina amanhã, mas o pior eu disse não a vocês. É que eu descobri que volto de TECO-TECO, numa SEXTA-FEIRA, 13.

77, por e-mail, pra me tranquilizar:

"esses teco-teco são legais porque não tem muita tecnologia pra dar pau ou informação errada."

Deus abeçoe.

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MÚSICA ACIDENTAL:

"Passarinho quer dançar
O rabicho balançar
Porque acaba de nascer
Tchu tchu tchu tchu...
"

# . por Joelma Terto .  0 Comentários     

domingo, fevereiro 08, 2009

Marmota`s day
Três bons motivos pra ouvir Oren Lavie:

1. porque o israelense parece sussurrar bem no pé do seu ouvido;

2. porque uma música chamada "Her morning elegance" e com um clipinho tão bonitinho e tão pop e tão auto explicativinho em stop motion já vale o disco (baixado de graça, porque eu não compro mais disco e pago CARO pra ver show dos meus artistas preferidos, o que subtrai qualquer culpa que eu poderia vir a ter);

3. porque foi Roberta Arabiane, a sagitariana mais gostosa que nasceu no mesmíssimo dia que yo, quem indicou.

Foi Oren quem me fez feliz no dia de hoje, dividindo com Drexler e Little Joy as ondas do iPobre, enquanto eu me deslocava para a minha quarta ou quinta curta, porém intensa, jornada de trabalho em Cascavel City, Paraná, Brasil-il-il.

Também Elizabeth Gilbert alegrou meu dia com a sua deliciosa aventura em busca de... si mesma? enquanto eu tinha ganas de pegar um trem de volta e fazer tudo diferente. Mas como canta o mestre bigodudo: ao vivo é sempre muito pior e não seria eu, essa latinamericana sem muito dinheiro na caixinha, que ia ficar, a essas alturas do campeonato, questionando meus deveres para com a vida real, essa.

De todo modo, acho de bom tom avisar (a mim mesma): não espere muito dessa curta, porém intensa todo-dia-ela-faz-tudo-sempre-igual jornada de trabalho. Tudo o que tinha de ser feito em Texasvel já foi feito nessas últimas quatro ou cinco vindas consecutivas, inclusive as mesmas piadas - como chamar a cidade de TEXASVEL, vejessó: de comer sushi congelado a desvendar os segredos do DEDO gigante que brota do concreto.

Talvez encontre a MISS de novo. Talvez me candidate. Talvez volte cansada demais.

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TRILHA SONORA ACIDENTAL:

"Todo dia quando eu pego a estrada
Quase sempre é madrugada
E o meu amor aumenta mais
Porque eu penso nela no caminho
Imagino o seu carinho
E todo o bem que ela me faz
A saudade, então, aperta o peito
Ligo o rádio e dou um jeito
De espantar a solidão
Se é de dia eu ando mais veloz
E à noite todos os faróis
Iluminando a escuridão
Eu sei, tô correndo ao encontro dela
Coração tá disparado
Mas eu ando com cuidado
Não me arrisco na banguela

Eu sei, todo dia nessa estrada
Do volante eu penso nela
Já pintei no pára-choque
Um coração e o nome dela..."
(continua...)

CHORA ABRAÇADO NA ALMOFADA, ROBERTÃO!!!

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PS1: dedico essa canção ao 77 que se arrisca na banguela e ainda continua me amando e admirando (mesmo assim)

PS2: eu já falei pra vocês que eu sou bissolutamente apaixonada por MIDI?

Ps3: subtítulo incidental para esse post - OS BEST-SELLERS E EU

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quinta-feira, fevereiro 05, 2009

surto decorativo
era assim


ficou assado!


antes e depois: EU SEMPRE QUIS FAZER ISSO!
- clique nas fotos para ampliar e ver melhor -


Nós temos esse armário aéreo na sala, que é uma mão na roda pra solucionar o problema de espaço da cozinha mínima, mas ele me incomodava muito-um-pouco.

Então eu vi esse post da Pixu no Lá em Casa e, logo em seguida, esse outro post aqui da Vivianne Pontes, no De(coeur)ação.

Aí foi só juntar cré com lé, ir no centro, comprar 1 metro de gurgurão listrado VINTAGE (a 12 reais) numa loja da Pinto Bandeira chamada Palácio das Decorações e que tem as estampas mais sensacionais do universo (recomendo, recomendo muito: bom preço, qualidade e belezura de estampas), convencer o 77 a executar o projeto e UH LA LÁ!

O passo-a-passo está aqui, mas eu e o 77 não usamos tachinhas, usamos mesmo foi fita dupla face e arrematamos com fita adesiva transparente larga - popularmente chamada no Chamego Center de DURECÃO. O acabamento interno não ficou "oh, que primor de formosura", mas eu não me importo para acabamentos internos. Não, eu não.

Próximo surto decorativo: trocar o estofamento laranja puído das cadeiras - esse vai prum profissional que vai me cobrar beeem baratchinho. Aguardem!

- arsenal decorativo descontrol -


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Sobre a pergunta retórica da semana do post passado, quase esqueçam. Porque aquilo era uma cócegas de pergunta e que tem resposta, clara, direta e precisa: sim ou não. Se bem que eu levei para a psi e abri um buraco na minha cabeça: sim ou não - parece simples, mas sim ou não dá um medinho danado de responder porque sim ou não requerem mais perguntas e, consequentemente, mais respostas depois. Especialmente no caso da resposta for "sim", porque "e se sim?"? aí fudeu, orestes: você vai ter que descobrir, e por si mesma, pra que diabos você passou a servir nessa vida. E é justamente aí que o calo aperta.

Agora, pergunta cretina mesmo ("cretina" no melhor dos bons sentidos) fez a deliciosa e ruiva e agora grávida Pri nos comentários:

"Por que não gosto mais daquilo que fui apaixonada durante 10 anos? Por que o encanto acabou? O problema sou eu? São os outros? Ou não tem problema algum e tudo na vida acaba um dia, assim, naturalmente?"

Não queimem as pontas dos seus cabelos tentando achar respostas. Não queimem.

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Momento FAROFA HYPE.

Enquanto isso, no verão... e ainda sobre o post passado: sabe quando eu falei sobre a praia minha que não é a sua e pá? Então.

Domingão passado, feriadão gritando. Convidamos Levinha prum passeio veranil e ela topou. Destino: Itapuã, o parque estadual, que não é o da Bahia, mas do Rio Grande do Sul. Chegamos tarde e não conseguimos entrar porque já estava lotado. Então vivemos uma coisa linda, uma experiência única: fizemos um autêntico turismo popular de verão na zona sul de Porto Alegre e arredores.

Sintam só o roteiro: pic nic na beira do Guaíba em Itapuã; passadinha no Lami (por deus do céu! eu sou bem humorada, mas não tô aqui pra fazer piada, tou falando bem sério) com direito a compras em um BRIQUE no Lami (sim, só nós); Belém Novo em ruínas; e, finalmente, fim de tarde tomando cerveja e comendo batatas fritas no novo Timbuka de Ipanema.

O melhor mesmo foi a prainha em Itapuã: de graça, com águas PRÓPRIAS pra banho, aquela gente de verdade sendo feliz, tomando banho de rio de roupa e tudo... Eu mesma, só não me atirei naquela água marrom nescau, porém DOCE, porque tava fazendo um tempinho modorrento. Unhé.

Momentinho "Ilha e de cara":

"passar uma tarde em Itapuã": Jojo em posição que Napoleão perdeu a guerra, Livia e 77
(outras fotinhas no Flickr)


# . por Joelma Terto .  0 Comentários