domingo, janeiro 19, 2014

sola_mente
Sonhei que caía no chão em uma rua movimentada e ninguém vinha me ajudar a levantar.
Que bela metáfora da vida, amigos!


E outro dia, distraída, quase fui atropelada por um carro em plena Travessa da Paz. Teria sido irônico (icônico?) se não fosse tragicômico.


Aí resolvo escrever aqui de novo e me dou conta que nem sei mais se consigo escrever algo com algum começo, meio e fim. Descobri que me fragmentei. É como se eu, historicamente tão prolixa, me tornasse, paradoxalmente, concisa.

Mas, não se enganem.

Continuo usando vírgulas (e parênteses) demais.


Eu? Eu só queria ser maior do que sou.
Metaforicamente.
#olheasparadasdeônibus
R. José Bonifácio, minha Redenção, Portalegre.


No meu radinho-online Barbara Eugênia e Tatá Aeroplano me ajudam a lembrar que “tenho pés, tenho dedos, tenho plantas, tenho planos”. E quem não tem?

(Foi a Lanna quem me presenteou com essa música que só pode ser ouvida no repeat e sentindo alguma dor. Eu retribuo com esse post. Ele é dedicado a você, Lanna.)

# . por Joelma Terto .  0 Comentários