terça-feira, agosto 11, 2009

rindo por último
Tô fazendo contagem regressiva pro AUGE da PANDEMIA no estado.
Se eu morrer de gripe, retirem tudo o que eu disse, esqueçam, dêem um desconto. Óquei?
E, nesse caso, eu mudo, mais uma vez, meu epitáfio: "Vivia fazendo graça. Se fudeu"

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77, por e-mail:

"o AUGE está próximo. TamuFu"

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Bequibone, por e-mail:

"É que a piada é inevitável. Tem gente morrendo, mas eu não vejo muito drama nisso. Drama é AIDS, câncer, paralisia... fome. Daqui a pouco se torna corriqueiro."

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Eu, por e-mail:

eu tava lavando as mãos (mas não passei álcool gel) e pensando isso: e se morrer? (no caso, eu morrer) daí morreu (morri). enterra (me enterra). chora (me choram). e é o ciclo da vida. Rei Leão. e pá. pum.

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Tamo dando a cara a tapa e pagando pra se incomodar.
Eu, o Sete, o Back e o meu saquinho cheio.
Pó vir aqui batê.
Deu? Por mim, deus.
Vou pro bar.
Ou melhor: vou pra casa, me afundar em saquerinha de morango, que é pra esquecer de todo o mal.
Amém.

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Falando em esquecer, eu esqueci de postar isso aqui antes:

clique para aumentar, ler melhor e morrer de rir com elas


A imagem velha do meu contador de acessos é só pra garantir: eu faço piada de mim mesma, antes que os outros o façam.

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"Se eu sou frágil e tu és frágil/ vamos nos proteger"
(Wado e Alvinho Cabral em "Frágil", a mais linda e triste de Atlântico Negro)

# . por Joelma Terto .  0 Comentários