segunda-feira, março 30, 2009

Freud e o falo invisível
Nunca conversa telefônica, dessas intermináveis, mamãe disse que não nos ensinou, a mim e ao meu irmão, a ter ambição. O papo descambou pra um blá-blá-blá inútil (da minha parte) sobre valores, ética pessoal, qualidade de vida(s) e danação.

Uma semana depois, o troço volta à tona. Dessa vez, dentro de mim mess. Fiquei pensando se devo desconsiderar, deletar e esquecer, completa e definitivamente o assunto ou levar pro divã. O caminho do meio (e o que leva ao divã, no fim das contas) é uma punheteação mental fudida (como toda punheteação mental) sobre valores, ética pessoal, qualidade de vida(s) e danação.

Nenhum desses caminhos é fácil, sobretudo o primeiro - de socar o troço mastigado e não engolido em baús de madeira ferro & couro - cheio de "flestras" - e jogar em rios de águas rasas que transbodam na primeira chuva mais fortinha.

Vai pro divã ou não vai pro divã Lombardi? RA-RAI!

No próxima episódio do programa "Se é pra fuder, que comece me beijando": das mães, suas palavras e seus poderes. Acompanhado da sessão comentada de "O clube da felicidade e da sorte".

...

É quase um desaforo, mas eu sei: não é a mim que eles procuram. Nem esses (MELHOR BUSCA DO TRIMESTRE! vejam bem, mas beeem direitinho, confiram todas as referências cruzadas e me digam: eu não mereço, né? não, eu não mereço. Sai capeta!)

# . por Joelma Terto .  0 Comentários