terça-feira, novembro 18, 2008

barcode fashion total mistake 70's gone wrong
Sei lá entende? "O Fofão era o Patropi de pêlos." Quem tem amigos como elas duas tem tudo.

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Agora eu tenho um colar de Torre Eiffel. Era pra ser o acessório mais kitsch do meu guarda-roupa, se o danado não fosse tão lindinho e delicado. Obra dessa moça, de quem eu adquiri mais um colar de coração e um anel de flor. Chegou tudo lindo pelo correio. E eu recomendo.

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Estou convencendo-me que o divã vermelho cura quase tudo. Menos chulé, rinite aguda e espinhela caída. Pra todo o resto, mastercard e divã: vermelho, amarelo ou bege. Ferida mal cicatrizada? Cura. Às vezes, umas coisas miúdas acontecem e estragam um dia inteiro e a gente fica se sentindo a mesma adolescente espinhenta com complexo de rejeição. Aí a pessoa vai pro divã, abre a boca e o berreiro. Sai remelenta e ranhenta, de olho vermelho, transtornada, sem saber onde é o norte e onde é o sul. Até que as coisas vão clareando dentro da gente enquanto dóem cada vez mais. Mas é bom.

Pois é.

Pergunta cretina/retórica da semana: como já diria Friedrich, o que não mata, fortalece? ou simplesmente e solamente, engorda?

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"Sob o comando do chef Lúcio, o cardápio teve aperitivos, como o salmão com caviar mujol e o foie gras, servidos com toasts e focaccias crocantes. Os pratos quentes foram oferecidos em miniporções volantes de penne rigatte ao creme de porcini e picadinho de filé mignon, com musseline de banana da terra e farofa crocante. Só de canapés, foram 40 mil unidades. (...) Tudo regado a Chandon Brut e Rosé."

Pois é. Pois é...

# . por Joelma Terto .  0 Comentários