terça-feira, abril 24, 2007

Jobs ceguetas da Jo
Meu mundo caiu.

Eu tinha aquela teoria, nunca dita por aqui, que o próximo disco deles seria algo atonal. Por causa da outra teoria, a das capas dos discos, que eu também nunca falei por aqui. Mas deixa pra lá. So desolée.

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Teindêincia.

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O mundo não pára de me surpreender e de me decepcionar. Assim, conseqüentemente.

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Tá, eu digo pra vocês que ainda tô cegueta. Na verdade mesmo, tô renga de um olho, que o esquerdo tá zero bala, mas o direito, necas de cicatrizar. Devo voltar no médico uruguaio (eu disse que meu médico é uruguaio? não? pois) amanhã. Tô sofrendo ainda com o anuviamento das vistas por causa da tal lente de contato sem grau que serve como curativo. Ai, como sofro.

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E eu disse pra vocês que sábado tem La Reina Madre em Porto Alegre e que eu vou é chegar bem cedinho que é pra pegar as melhores bolsas, que a mulherada é louca mas não é besta? Eu, fosse você, iria.

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O final de semana é que foi bom: de pijama 100% do tempo, dormindo umas 18 horas por dia, fazendo manha e ganhando dengo do 77. Aliás, 77 fez tudo o que eu queria. Domingo, fim da tarde, cansada de fazer nada, convenci o numérico a deixar eu brincar de fazer tatuagem de caneta em seu braço e peitoril. Depois, enquanto eu zanzava feito alma penada pela casa, ele deitou sem camisa no sofá e dormiu. Acordou duas horas depois e descobrimos que a tal tatuagem passou do corpo dele pro sofá de couro sintético branco. Aí passamos nós o fim do domingo tentando remover a tinta de caneta do sofá. Foi bonito: tentamos de um tudo. Detergente, sabão de coco com água morna, Veja Multiuso, álcool, leite (!). No final conseguimos tirar com acetona. Assim, minha amiga dona de casa, você molha chumaços de algodão na acetona e deixa o chumaço empapado em cima da parte afetada por uns minutos. Repete a operação cents vezes, sem esfregar. Funciona. Ainda ficou um pouquinho do desenho de coração atravessado por uma flexa com a inscrição AMOR DE MÃE. Mas vai sair. É, eu sei: bem feito pra nós. Bem feito.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários