domingo, março 11, 2007

só no forevis
Deus sabe o que faz. Não é que colocou esse hômi na minha frente no exato momento em que adentro o Azul Cobalto, quinta à noite, disposta a qualquer loucura? Pra quem não sabe ou não é de Portalegre, o Azul Cobalto é a loja-fetiche MAIS fetiche da capital. É a loja preferida da Joelma, da Rafaela, da Patricia e de um bando de mulher doida por roupas lindas, bem cortadas, praticamente exclusivas e caras. E os sapatos? Meo deos, os sapatos de 300 reais são as coisas mais formosas que já entraram nesse pezinho número 34. A grande diferença minha pra essa mulherada sedenta por roupas e assessórios magavelôusos, é que eu não tenho dinheiro. Ponto.

Mas o Azul Cobalto também é um simpático café. De modo que eu gastei todo o tempo que tinha disponível pra ter sincopes e mais síncopes olhando aquelas coisas lindas e caras, tomando uma coca-cola, comendo uma empanada e batendo papo com os meus amigos. Não gastei mais de 5 reais e fui pra casa contente.

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Das piadas que só eu acho graça. Essa piada deve ter sido contada pela primeira vez nos idos de 1968, mas eu só ouvi há umas três semanas atrás. Não lembro em que condições, mas eu ri muito, ri tanto, achei tão engraçado, que quase fiquei sem ar:

Um homem chega numa prefeitura do interior e diz pro atendente que gostaria de falar com o prefeito. O atendente explica que naquele dia o senhor não vai poder falar com o prefeito, pois esse está em reunião com uma pessoa que veio de Brasília.

"Mas eu vim de Del Rey!", replica o homem.

Sim, meus amigos. Eu achei muito muito engraçado. E sou anacrônica sim.

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Mais um sábado com Valentina:

Dance. Dance. Dance rock, Amelie!


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Pancada no rim.

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Quando o assunto é indiada, lá no escritório, sempre sobra pra mim. Pelo terceiro (ou quarto) ano consecutivo eu fui a feliz escolhida pra ir pra Don't-Touch-Me-City, acompanhar aquela conhecida feira de agronegócio. Viajo hoje, volto sexta. Não estarei sozinha: pelo menos o Tião também vai estar lá e é sempre bom poder dividir as desgraças com os amigos. De qualquer forma, eu tava aqui pensando sobre tudo isso e descobri que tem tudo a ver com a Reversal Russa: não fui eu quem escolheu essa vida, foi essa vida agrotrash que me escolheu. Andiamo! E se eu vou no Festival NACIONAL da Cuca com Linqüiça? Certo.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários