quarta-feira, março 14, 2007

Fui em Fictor Craeff e lemprei de focê
FAKE


as “original”


o público, o palco, a banda e a decoração


Festa Nacional da Cuca com Lingüiça: eu fui.
Na foto: eu, Michele, os adereços e os abobados da enchente.
Ao fundo: a festa.
Victor Graeff, março de 2007


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Taí. Com a ajuda e colaboração da Michele, presenteio vocês com essa maravilha da decoração de festas do interior. Também queria muito mostrar outra bizarrice que vi por aqui: os, ãhn, TRAJES das recepcionistas de uma conhecida marca de implementos agrícolas. Se noção. (Atenção, Adri Baldino, bote a imaginação pra funcionar!) É só um conjuntinho de mini-saia e top frente única em CETIM PRATEADO, mas extremamente mal cortado e de um mau gosto sem precedentes no mundo agrícola. As modelos são umas meninas de uns 16 anos no máximo, que ficam pra lá e pra cá, nesse sol, nesse calor, nesse sufocamento climático, dentro de uma roupa prateada, de barrigas de fora. As barrigas... bem, as barrigas são algo à parte. Apesar de terem no máximo 16 anos, essas mocinhas têm umas barrigas que se assemelham à face norte da lua, cheias de buracos de todo o tipo de celulite que há no mundo, o que nos fez, a mim e à Michele, pensar: mas o que comem umas gurias dessas, tchê? Fast food é mesmo uma desgraça. Quando éramos jovens, tá certo que não tínhamos um tanquinho no abdômen, mas também não tínhamos uma barriga grotesca daquele jeito. Um erro. Um erro. Mas eu não vou fotografar isso não. Vocês não merecem uma agressão dessas.

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Hoje à noite vou fazer um programa mais civilizado: shopping center em Passo Fundo.

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Só mais dois dias. Só mais dois dias.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários