sexta-feira, fevereiro 02, 2007

toda calma e silêncio do olho do furacão




Texto incidental.
Porque eu gosto muito dessa moça Chris Campos. De verdade.


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As fotos são só pra dar uma idéia do que passamos nessa última semana. Ontem à noite, a impressão que eu tinha é que nunca mais ia acabar de guardar coisas. Muito Sísifo. Muito. 77 disse duas coisas interessantes. A primeira foi: "a gente só pode ser louco". A outra foi algo do tipo: a gente nem se abala mais com essas mudanças estruturais brucas no apê. Tem roupa debaixo da mesa, mas a gente acha tão normal. Desmontar uma casa, pra remontar em seguida, é especialidade da casa. Mais: tirando a geladeira, uma cadeira do diretor e a estante dos pais da Laura, que viraram prateleiras, todos os móveis do Chamego Center foram trocados desde que a gente veio morar aqui, há pouco mais de 3 anos. É sempre uma função. Cansativa. Mas depois a gente acha tudo tão lindo. E ainda treina o desapego todos os dias.

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Das músicas que o Didi Mocó estragou. Eu não posso ouvir Teresinha na voz da Betânia, que lembro de uma paródia clássica dos Trapalhões. Aquela cara do Renato Aragão dublando a música, aquele cenário trash. Lembraram? Se não, pra isso tem You Tube. Depois de ver, digite Trapalhões e divirta-se o feriado inteiro.

Outra música que simplesmente não dá é Paralelas, do Belchior. Essa mesma que a querida Keiko dedicou a mim. Não dá pra não lembrar do Didi cantando "no corcovado, quem abre cos braços sou eu". É.

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Parto para minha pequena odisséia sábado. Algumas mudanças de planos. Não vou mais pro litoral e viajo pro coração do Paraná no sábado, já que meu vôo foi antecipado. Sábado e domingo ociosos. Se alguém tiver um tetris pra me emprestar, agradeço. Volto quando der.

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Antes de sair, adivinhem? Chore de rir com as buscas esdrúxulas de monomulti:

- Incrível Hulk.
- Disléxico.
- Vata?
- Nova Jerusalém é aqui.
- E agora, mamãe?

# . por Joelma Terto .  0 Comentários