quarta-feira, fevereiro 21, 2007

"Me chamo Winston"* ou "Seja um loser, me pergunte como"
Não sei se foi efeito do post anterior, sei que passamos o feriadão baixando "Curtindo a vida adoidando" e "Namorada de aluguel". Os melhores filmes da adolescência de uma mulher de trinta, ever. Dublado, obviamente. Porque se é pra ser saudosista, que o Ferris fale português. Também baixamos "Os Saltimbancos Trapalhões", que vamos (re)ver chorando agorinha. Diversão pura.

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A coisa mais gostosa do mundo é pão feito em casa, quentíssimo, saído do forno, com manteiga e coca-cola. Talvez brigadeiro de colher. Ou salmão cru.

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A melhor parte do Carnaval dos Campeões foi quando eu e o 77 quase ("quase") dorminos na sala, sob cobertores, por causa da bagunça em cima da cama e do leve cheiro de tinta no quarto. Sim, resolvemos finalmente, depois de muito adiamento, pintar a parede do quarto. De "vêdi", a cor preferida de Lorenzo, o sobrinho mimoso do numérico. Pois. Eu já tava imbuída de todo o meu espírito escoteiro, montando acampamento na sala, faceira, quando o 77 mencionou algo sobre baratas. Zarpei correndo pro fofinho da cama. Definitivamente.

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Quando fomos comprar a tinta, tempos atrás, 77 resolveu ouvir minha opinião. O resultado: quantidade de tinta insuficiente, que mal deu pra primeira demão. O detalhe é que resolvemos fazer o serviço justamente no único dia realmente feriado do feriadão e nenhuma ferragenzinha de esquina estava aberta. A ópera deve durar pouco mais que o esperado.

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A casa é o reflexo do dono. A minha, por exemplo. É pequeninha, bagunçada, colorida e bobiçamente feliz.

*Nada como um feriadão em casa, fazendo maratona de mp3 pra lembrar da existência de coisas desse tipo. Recomendamos muitíssimo. E viva o róque gaúcho!



# . por Joelma Terto .  0 Comentários