terça-feira, novembro 21, 2006

catarse
Fima & eu no self portrait tuesday e no famigerado aeroporto de Salvador. madrugada de 18 de novembro.


"(...)Os índios cherokees têm uma lei que diz que não se pode jogar nada fora. Eles guardam até um pote quebrado. Você não pode se desfazer de nada que já usou um dia. A coisa ainda pode precisar de você. Eles têm até uma espécie de dez mandamentos, ou menos de dez, e o primeiro é: Não jogarás fora. Eu tenho um baú no depósito cheio de brinquedos de quando eu era desse tamainho. Eles, você sabe quem, estão sempre berrando comigo para jogar os brinquedos fora, quem precisa deles?, só ocupam espaço, juntam poeira, mas eu não concordo: 'Jogar fora é como matar', disse Filha da Neve para Lago do Vento Sussurrante, apertando seus dedos delicados em torno da pedra de lobos."
Dimi conversa com Fima. Jojo chora.
(Amóz Oz, em Fima)

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Quinta-feira, 23, aniversário da Erika, tem show de Marcelo Cabral e Trio Coisa Linda no projeto Palco Aberto, do Teatro de Arena. Maceió. E eu, pessoa de sorte que sou, vou. Tati mandou avisar que ele vai tocar "Só". Minha música preferida. E ele, o próprio, me disse assim, por telefone agorinha: "vou tocar a música que tu gosta". Eu não sei se começo a chorar agora ou se espero um pouquinho. O mundinho pode até ser injusto vez que outro, mas a vida teima em pregar umas peças. E querer fazer um sentido absurdo.

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Querido diário, hoje comi acarajé na Jatiúca. Nhan-nhan-nhan.

Esse post só foi possível graças a Vanildo O., que reduziu a foto, endireitou-a, tratou-a e enviou-me. Obrigada mister dee jay. :)


# . por Joelma Terto .  0 Comentários