segunda-feira, agosto 28, 2006

joelma
bolsada
ou
"dois lexotan, DOIS lexotan"



Ó dúvida cruel! Joelma em foto de Dona Dê, a própria.


Sim, sim, sim, o encontro bolsístico foi uma cousa que não dá pra explicar com palavras. Só estando lá pra sentir a energia atômica toda que emanava daquele lugar. Vocês que não foram não têm noção do evento lindo que foi - produzido com carinho e talento pela Ti. Não têm noção de como são lindas, ainda mais ao vivo, as criações de Denize, quase conterrânea minha, e quão maravilhosa é ela própria. Teve uma hora que eu achei que ia surtar de tanta felicidade por estar ali com aquela gente querida toda. De ver a Lívia (xodadinha eu tava), de morrer de emoção em conhecer Caléssico, de ser xingada pela Roberta Arabiane, de encontrar com a desqualificada da Solineuza, de me apaixonar pela gargalhada incrível da Glau, de abraçar forte a Belly e ficar de zoinho brilhando só de ver a lindeza dessa mulher. De conhecer a Ana, a Gabi e a prima Rafa, a Jocieli, a Claudinha de PoA e o Claudinho da Claudinha, as primas e tia da Dê... Chega deu uma tontura de felicidade. Foi uma tarde especialíssima, cheia de significados pra mim - e esse povo todo aí faz parte disso. Ainda comprei a bolsa MAIS LINDA da Dê. Quero mais!

(as minhas - fotos - foram poucas, mas estão todas aqui, seu moço do café.)

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Sábado também começou a Expointer, a feira agro aquela, de modos que a moça aqui passou domingo e segunda (no caso, hoje) lá pelo parque de exposições, passando frio, morrendo de tédio e enfiando os pés na bosta de vaca, literalmente. Alguém aí se lembra da minha saga nessa mesma feira no ano passado? Não né? Eu, prefiro esquecer.

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Eu fiz um curso semana passada, sobre processos criativos. Daí o ministrante, professor Charles Watson (melhor nome que alguém pode ter nessa vida) falou, entre tantas outras coisas, de um artista inglês cuja última grande obra foi 1) catalogar todos os seus bens e pertences pessoais, incluindo aí papeladas e quadros valiosos de grandes artistas 2) destruir TUDO com engenhocas de rolo compressor, em público, dentro de uma loja de departamentos na Inglaterra. O cara se desfez de tudo, assim. Não só é muito lindo, como é apavorante e como eu penso muito nisso - no ato em si e na simbologia disso tudo - todos os dias, desde então. Uma vida minimalista não é tudo que uma pessoa possa querer na vida? Não? Tá, esqueçam.

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Tomei quatro capuccinos domingo lá no parque de exposições. Fiquei ligadona, com a cabeça tonta de tanto pensamento & cafeína com chocolate. Danei-me a googlear sobre coisas absurdas pra ficar mais tonta ainda. Vocês não sabem não, mas eu tenho sido uma mulherzinha interessada em auto-psicoanálise, zen budismo e física quântica ultimamente. Tudo bem superficialmente, assim, como tem que ser.

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Cenas do próximo capítulo: para amanhã, o tempo promete auto-retrato de terça-feira com bolsa La Reina Madre e mais buscas estúpidas.


# . por Joelma Terto .  0 Comentários