quarta-feira, junho 07, 2006

afrodite-me


Bolitas. Nossa intimidade. Afinal, todos querem ver a casa de Joelma. Mais detalhes tão pequenos de nós dois lá no Chamego Center, que botei umas fotinhas novas.


Sabe aquela história que falei, nuns posts abaixo, que eu queria mesmo era ser arquiteta? Bobagem. Eu nunca ia conseguir passar naquelas cadeiras de cálculo desses cursos da exatas. Mas eu me contentava com um cursinho de decoração do Senac e viver o resto da vida arrumando a casa dos outros (com o dinheiro dos outros, diga-se). Acho que ia ser mais felizinha que sendo jornalista/assessora de imprensa. Ou não, né? Sei lá, só sei que eu queria mesmo era ser que nem a Cristina Brasil quando eu crescesse. Um tudo de mulher, benzadeus. Se bem que para eu ser a Cristina Brasil teria um looooongo caminho e, pelo menos, trinta centímetros de diferença. Trinta centrímetros. Uma régua! Eu fico pensando essas bobagens no trajeto para o trabalho.

Na linha tabajara ("seus problemas acabaram!"), os leitores de monomulti, ou pelo menos aqueles que caem todos os dias aqui de pára-quedas, direto do São Google, deram um jeitinho para eu realizar a sonhada mudança de planos na minha carreira. Minha grande chance de virar decoradora: que tal esse projeto? E, ok, eu sei que a vida é difícil, então a gente pode começar por baixo, com esse projetinho de decoração de festa infantil ou, quem sabe, essa festa de casamento. Tudo verde e amarelo, bem como eu a-do-ro.

Ainda na série buscas, eu poderia ainda ser consultora de beleza ou chef de cozinha. Como não tenho talento pra isso, vou pedir a ajuda das colegas blogueiras vizinhas. Ditinha, acho que tu me ajuda com essa aqui. E Ti, tu já fez uma cueca virada?

Ai, que post inútil. E falando nisso, depois da matéria sobre dança (que está indo bem, obrigada, e o deadline ai jisus é amanhã), fiz três materinhas de um especial de dia dos namorados. Sendo que uma era sobre afrodisíacs, gód! Como cultura inútil nunca é demais, taí o melhor parágrafo já publicado numa revista feminina, que achei pesquisando o Oráculo:

Catarina, a Grande, imperatriz da Rússia, ganhou fama de
sexualmente insaciável. Defendia relações sexuais seis vezes ao dia
e talvez tenha cumprido a prescrição até morrer, aos 77 anos. De manhã
gostava de chá com vodca e omelete de caviar.
(revista Marie Claire)


Também descobri que não existem nenhum afrodisíaco que comece com a letra J.

Tá bom, parei.

...

Update: o post continua o mesmo, só a foto é que troquei.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários