quarta-feira, março 15, 2006

Rio Trash do Sul


É um pássaro?


Um dinossauro?


A capital da cuca com lingüiça é artê pura


Victor Graeff é uma cidadezinha de colonização alemã vizinha à peculiar Não-Me-Toque. Além da síndrome de Edward Mão de Tesoura, como pode ser constatada nas fotos acima, a cidade é internacionalmente conhecida por abrigar, anualmente, o Festival Nacional da Cuca com Lingüiça. Por deus que essa alemoada toda se orgulha dessa festa e de comer uma cuca com lingüiça com café com leite. E a festa é animada, com bandinha alemã, óvbio, tocando em frente a pracinha da igreja. Aquela coisa toda de cidade do interior: pequena, engraçadinha e estranha. Lugar perfeito para dar início ao projeto Rio Trash do Sul.

Um dia eu e o 77 ainda vamos pegar o Palio e fazer uns roteiros "cidades que se agrupam numa mesma placa" bem esdrúxulos. A primeira parada é Fitor Craeff-Tio Hugo-Mormaço. Depois a gente passa nos indefectíveis Forquetinha-Canudos do Vale-Sério. Sério que existe uma cidade chamada Sério no Rio Grande do Sul. Ela faz contraponto a Feliz, obviamente.

Em ambas as excursões, o negócio é sair cedo de casa que é pra dar tempo de comer naquele café colonial bizarríssimo de Marques de Souza que serve bife frito e toda sorte de murcilha no café da manhã. Trash, trash, trash, de dar nó em boca de estômago. Na volta a gente passa em Lajeado pra fazer uma visita guiada à fábrica da Fruki.

Já começo a pensar no slogan pra uma possível agência de viagem especializada em roteiros bagaceiros, chinelões e divertidos pelo interior do Brasil.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários