quarta-feira, novembro 16, 2005

por una cabeza, todas las locuras







Fim de Feira. Parece que as coisas começam a querer voltar ao normal. Parece que agora eu posso voltar a me dedicar a ver o resto da Bienal. Mas todos os shopping centers me lembram que vêm aí as boas festas, o bom velhinho e o ano bom. E isso tudo só não me irrita mais que a pintura externa do meu prédio que começa a ser executada essa semana. Tem um ANDAIME no meu pátio e isso é bizarro. Verdade pura.

Um turbilhão de coisas acontecendo enquanto eu e ele fazemos planos para as férias que devem vir em fevereiro, quando há carnaval. E eu troco as bolas, piso no cadarço, tropeço e só não caio porque sei lá eu.

Antes disso tudo tem mais trabalho, tem finais de semana de labuta e frilas que envolvem arte&cultura. E eu me sinto um pouco mais jornalista quando arrumo esses frilas que envolvem escrever sobre arte&cultura.

Resoluções de ano novo: ser hippie só um pouquinho e fazer umas artês-artesanais-manuais. Sim, sim: Rosa Pomar mudou a minha vida. Eu fico pensando: eu podia comprar uma Singer. Se essa coisa de ser assessora de imprensa que faz frilas sobre arte&cultura não der muito certo, eu podia costurar, quem sabe. Customizar era a palavra há uns dois anos atrás. E, falando nisso, esse blog aqui faz 3 anos agora em novembro e eu me lembro daquele tempo confuso onde eu escrevia e escrevia e escrevia e não chegava a lugar nenhum. Evolução é uma palavra legal. Às vezes.

É.

Fota: Joelma tem ganas de interagir com obra na 5ª Bienal do Mercosul. Roy B. Jones observa tudo.


# . por Joelma Terto .  0 Comentários