quinta-feira, novembro 24, 2005

op




Uma coisa de fake esse Natal Luz de Gramado, viu? O vivente chega na cidade debaixo de 40 graus e dá de cara com bonecos de neve e uns ratos gigantes (sim, ratos). Eles acham que a Disneylândia é aqui e, à noite, toda aquela luz, muita luz, de tudo que é cor, e música natalina aos montes por todos os lados. E o menino Jesus onde foi parar no meio dessa purpurina toda, é só uma boa pergunta. Dá nos nervos. Ontem eu me livrei de ver (e ouvir) a tal da Árvore Cantante. Bizarro, bizarro. Depois me disseram que quem canta mesmo são umas crianças, assim, no meio da árvore. Ah, bom...

Mas esse negócio aqui é enlouquecedor. Tem um monte de velhinhas arteiras, que se jogam nos estandes de produtos e saem comprando tudo pela frente: pano, pano, pano, de tudo que é cor e tipo, e moldes e apetrechos. E eu, empolgada como toda sagitariana em inferno astral, resolvi botar em prática aquela resolução maluquete de fazer coisinhas manuais em 2006. O primeiro projeto já existe: vou fazer, com minhas próprias patinhas, uma toalha de mesa (para a minha mesa) em patchwork. Vou usar aquele meu infalível método auto-didático-intuitivo. Já comprei até os tecidos. Notem o plural: tecidoS. Tentem me imaginar manejando agulhas & linhas. Tentem.

Enquanto isso, chove. E eu fico aqui mais um dia, pelo menos.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários