sexta-feira, setembro 10, 2004

em óperas, estamos

Eu devia botar um cartaz na ponta do nariz: "fechado pra balanço". E outro na porta do apê: "desculpe os transtorno (sic), etc.".

Eu queria um dia de 27h. E sim, a citação e super proposital.

Eu já disse que tenho (temos) um hóspede? Ele é grande, parece um personagem de desenho, é pernambucano e um cineasta iniciante premiado. E boa gente que eu boto fé.

Eu acho que já escrevi eu(s) demais(es) no começo de todas as frases por hoje.

Mas o que eu não disse ainda é que a casa rosa está passando por transformações. Ela já foi desmontada e montada umas quatro vezes de sábado pra cá (é assim que dizem na minha terra). Ter todo o conteúdo do seu (no caso meu) guarda-roupa em cima do seu/meu sofá de dois lugares dá uma agonia da porra (também falam assim por lá). E algumas vezes, vendo toda aquela bagunça, eu sentei no puffe fúccia (repita 3 vezes puffe fúccia) e quase chorei. Tudo em nome do melhor servi-lhes e do bom atendimento. Eu e ele estamos virando um casal de verdade, dizem. Falando n'ele, é a ele que cabe a parte de arrastar, empurrar e levar pra lá e pra cá todos os móveis do ninho. Um querido esse namorido que eu arrumei...


7. house of love in sun
imagem gentilmente cedida sob pressão por Roy B. Jones


Parece que as gente vive um momento daqueles de muitas coisas. A gente, no caso eu. Ou não. Se é que alguém me entende. Uma coisa assim, meio furacônica, tufônica, ciclônica, de tudo ao mesmo tempo sempre. De emoções e desemoções. De querer explodir, às vezes, e esse explodir ser tudo de tão bom e até de um pouquinho ruim. Mas, principalmente, bom.

(oquei)

Vou ali fazer um top five e já volto.

Baixa, Cidade.

# . por Joelma Terto .  0 Comentários