quarta-feira, fevereiro 04, 2004

work/don't worry

me chamem de trabalho por esses dias, ok?

pior que não ter tempo pras amenidades, é estar atolada na merda até o pescoço. a merda, no caso, são as mil trocentos e cinquenta e oito coisas a fazer em apenas meia semana. coisas essas, profissionais, claro.

é tanto trabalho, que abri mão daquele feriadão na praia - se bem que continuo reforçando o conceito de não-praia que é Tramandaí, mas é sempre reconfortante ir pro litoral. voltando: abri mão pra ficar na cidade, aproveitando o domingo pulso-único pra me atracar na internet e fazer todas as pesquisas que servirão de subsídio pras várias mátérias que tenho que fechar (no caso, abrir, porque ainda nem comecei) até segunda.

proletariado é foda. ser povão é a minha ruína. e jornalista, a minha sina.

porto alegre fervia. e meus miolos ferviam junto.

pior de tudo é não ter tempo pra pensar na Operação A Cara da Mãe, que consiste em mudanças estruturais radicais ou não na minha atual morada. fervilha também a cabecinha, cheia de idéias casa-cráudia-féxion-mall. doidinha pra botar tudo em prática, mas cadê? de brique a ipiranga-sete-mil-e-duzentos, passando por horas dolorosas em frente ao micro, vendo o site da tokstok. de um tudo nesse findoso infernal.

jóia mesmo é morar pertinho do jóia - a sorveteria.

e a gente vai levando. a gente vai levando. a gente vai levando.

torçam.


# . por Joelma Terto .  0 Comentários