terça-feira, dezembro 09, 2003

no hay película, no hay plata
(e como não há tempo algum ou qualquer inspiração outra, a gente entra, extraordinariamente, com os comerciais)


"Um fantasma acendeu um cigarro e depois de passar entre as noites mal dormidas de Bruxelas embarcou numa nau de piratas homossexuais rumo ao desconhecido de um ministério recheado de baratas cantoras."

trecho de retalhos
mais um oferecimento: Marcelo Benvenutti

LEIA!!!
LEIAM.
AQUI.
e muito mais.
jo recomendo.
muito.
ah. e LEIA O LIVRO LARANJA.
também.

...

Um conto no meio da tarde. Começo eu, contrariando o autor e dizendo que O Jogo da Amarelinha não só é o melhor do Cortázar (como já escrevi aqui) como O MELHOR – de tudo o que já foi escrito. Que me toca em especial. Que me fez ser uma outra depois da leitura. Mas vou indo além, num liquidificador de referências cruzadas. Costuradas. E caio no meio da catarse que tudo aquilo (me) proporciona. Me lembro, ao final, do Ponto de Fuga, do Mojo. E tenho anseios de me ver aos pedaços. Re-ta-lhada. Nessa tarde ensolarada, escravizada entre quatro paredes. Em frente a um computador.


# . por Joelma Terto .  0 Comentários