quarta-feira, junho 11, 2003

movies

Ok. Todo mundo já falou de Matriz Reloaded. Vou dar meus pitacos:

1) tudibom aquela rave-surubão zionica (o que comprova minhas teorias: 1) dançar é bom demais da conta. 2) só a diversão salva). Só faltou neguinho gritando: “todo mundo nu e se querendo!”.

2) afinal, o Neo broxou ou não broxou? Eu juro que essa foi a única parte que não entendi.

3) eu quero ser a Trinity quando crescer!

4) vamos respeitar: Keanu Reeves é um xuxuzinho ao molho branco, com bastante noz moscada e uma folhinha de manjericão por cima. Gratinado.

5) concordo com todo mundo que disse que as cenas de luta e perseguição foram muito longas e cansativas. Mas, contrariando todas as minhas expectativas, eu até curti. E não dormi na cadeira!

Não vou nem entrar na questão do roteiro bobageira-pseudo-zen-filosófico. O mérito dos filmes da série é mesmo imagem, efeitos visuais e bla-bla-bla. Vale a pena sair de casa por umas horinhas de puro divertimento e adrenalina. Ademais, Matrix, o primeiro, foi o único filme que me fez sair do cinema apatetada, correndo feito louca num shopping center vazio, me sentindo a própria Trinity, chamando o Nic de Neo e o Gordo de Morpheus (por deus do céu!) e me agarrando em tudo quanto era orelhão, na vã tentativa de manter contato com o mundo real e sair da matrix. Libertei minha mente! Que venha o Revolutions.

...

Ontem fui à pré estréia (sessão fechada para convidados vip, porque eu sou pôdi de sic!) de O homem que copiava, do Jorge Furtado. Um bafafá dos diabos por causa de bonitosa Piovani, que baixaria em Porto Alegre para deleite da macharada presente ao rega-bofe, mas deu cano. Falaria do filme agora, mas tô meio na correria. Prometo um post sobre, amanhã ou depois. Mas já adianto que o filme é fantástico.


# . por Joelma Terto .  0 Comentários