sexta-feira, março 21, 2003

existe sempre alguma coisa ausente OU mrs. dalloway

“Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se uma placa: ‘Il y a toujours quelque chose d’absente qui me tourmente’ (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) – frase de uma carta escrita por Camille Claudel a Rodin, em 1886. Daquela casa, dizia a placa, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.” (Caio Fernando Abreu)

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nada não. só um epílogo perfeito para o filme AS HORAS. na falta de qualquer outra coisa sensata que eu possa dizer aqui. ainda tô processando tudo que vi...


# . por Joelma Terto .  0 Comentários