quinta-feira, março 06, 2003

Das cousas que me acontecem

1)
Tenho tido sonhos realmente MUITO estranhos. Não ouso contar aqui, mas creiam. E sabe uma coisa bem louca? Liguei pro meu pai, no domingo de carnaval e ele foi logo me contando que meu tio (um dos irmãos dele) está MUITO doente. MUITO mesmo (tipo: os médicos deram pouco tempo de vida). Só que esse tio é PAI daquela prima que falei que apareceu num sonho, há dias atrás, aqui. E no sonho ela estava TRISTE. Credo cruz, mas isso me impressionou MUITO.

2)
O fantasma voltou. Creiam no que eu digo. Na verdade eu não ia colocar isso aqui, mas já que é um diário mesmo, então que se foda. Pois voltou. Uma vez só, até porque eu fiz a mesma coisa de antes: rezar. Só que foi mais forte: além de ousar deitar do meu lado, na cama, o dito cujo segurou forte a minha mão e apertou, apertou, apertou. Quase não consegui dormir depois, de olhão arregalado e o coração batendo forte tunquis-tunquis-tunquis. Diz a Aline que não é fantasma, mas “espírito”. Que seja. Ela me chega aqui, no outro dia, toda de AZUL, da cabeça aos pés, tal uma Yemanjá poix-muderrrna, vinda diretamente do centro espírita no qual estava tendo um curso. Segundo ela, o que pode estar acontecendo é que estou sendo “obsediada” (é esse o “termo técnico”) e que pode não ser uma alma, assim, do bem. Eu tenho certeza que não. Na próxima semana irei lá no centro espírita, esse aí (o mesmo que “tomei um passe” surreal outro dia, mas isso é outra história), fazer uma “consulta” com uma expert.

3)
Daí que no outro dia, depois que o tal “encosto do mal” apareceu, eu fiquei totalmente off-line. Mi mamá não conseguiu falar comigo e ligou, desesperada, pra um amigo, que me avisou por e-mail, que vi, por acaso, na casa da Rafa. Disse ele: “coisas de mãe”. Liguei pra ela na mesma hora, que queria me contar uma história “sobrenatural”. Começou a me falar de uns amigos de adolescência, que ela gostava muito (e que eu nunca conheci, só dela falar) que morreram e que: “apareceram” pra ela outro dia, em forma de luz AZUL. Ela estava se sentindo, antes, tri mal porque estava há horas querendo ir ver esses amigos, que moravam em outra cidade e que há muito tempo ela não via. E ia sempre adiando, adiando, adiando, até o dia em que recebeu o telefonema avisando. Depois ela me falou várias coisas que ela vinha pensando, mas a MAIS importante era: NUNCA ADIAR as coisas. Deixar de ver ou ligar pra alguém, quando tu sente saudade ou te vem na memória, porque amanhã ela pode não estar mais aqui...

4)
Tenho pensado nessas coisas todas.


# . por Joelma Terto .  0 Comentários