sexta-feira, janeiro 17, 2003

Um Cobrecos

Arrumei uma função massa: eu sou apoio do Apoio. E ajudo a galera a vender cerveja, no bar. Eu nunca havia feito isso e creio que tô adorando. É o melhor lugar da festa: você conhece todo mundo, se diverte, ainda tomas uns traguinhos e dá umas bandas providenciais de vez em quando. Ah, e a galera do bar ainda é animadassa: ninguém dorme, ninguém fica parado, só no arrasta pé. Animação totalis. Goxtei da brincadeira. Cold hands, cold hands!

Os alquimistas estão chegando...

Eu devia estar muito bêbada quando tocaram Amigo Punk e o povo gaudério + agregados (eu), berrava, na beira do palco. Até o Cassol (!) subiu no palco e cantou o hino junkie de Porto Alegre. Por deus! E o tchu-tchu-á foi dos mais tortos... Mas como tem sido divertidas essas noites. Com direito até a alma sebosa num corpinho bonito, no fim da noite, querido diário. Acho que ele falou algo do tipo “tô te querendo”. E eu teria dado muita risada se tivesse um pouquinho mais sóbria, àquelas alturas. Ainda bem que a carona chegou em hora providencial. Ufa. Acho as coisas voltam ao (a)normal por aqui, em breve. Só não sei quando.

EVERYBODY: é tchu-tchu-á, é tchu-tchu-á, é tchu-tchu-á, chá-chá!
(vai ter tchu-tchu-á todo dia, agora, até quarta-feira. vão se acostumando)


# . por Joelma Terto .  0 Comentários