sexta-feira, janeiro 03, 2003

“PESSOAS ESTRANHAS, TANRANRANRAN” (VERSÃO PARA THE DOORS)

E no primeiro dia, quando ainda éramos, literalmente, seis, fomos até o centrinho tomar uma cerveja. Foi lá que encontramos nosso cachorro, o Sá (Sá é apelido, o nome dele é Saco de Bosta Pulguento. E ele é lindo e preto.) e ficamos conversando sobre Monty Phyton e os Cavaleiros que Dizem Ní e outras coisas legais e inúteis.

Já estávamos voltando pra casa/acampamento quando ouvimos música. festa! Fomos. E encontramos: um galpão crioulo com um globo colorido no meio, que tocava um... funk carioca (?). Isso é BADALLO´S. Foi, sem dúvida, a noite mais INSANA do ano. O repertório era de chorar. Mas dançamos, dançamos, dançamos. E rimos. Reggae, forró, pop rock gaúcho, além dos Baba Baby e bonde do Tigrão. E bebemos. Muito.

Acho que a hora mais legal da noite foi quando, Mimix e eu gritávamos “DJ, MORRA! DJ, MORRA!, DJ, MORRA!”, depois de encher muito o saco da criatura sem noção ou bom senso. O Luiz conseguiu arrancar dele (do DJ) um “Hey, ho, let´s go!”. E pogamos. Até levei e dei umas porradas. Mas tudo sem querer.

Nossa bailarina foi abordada por um local, que enquanto dançava, lhe contava que possuía “14 máquinas de fazer crepe, uma de algodão doce e uma de churros”. Belo dote. Pena que ela só nos contou depois. Teríamos negociado. A Bina não entende nada de moços casadoiros do interior. Esse seria, sem dúvida, um bom provedor.

Teve ainda o Funk de Arambaré. Que na verdade é “Parapará”, mas dá no mesmo. O Zanza dormindo em pé, os locais abordando o Churras e oferecendo mais festa, e a nossa saída um tanto quando brusca do local quando as luzes já estavam começando a acender. Não lembro muito bem do caminho de volta pra casa.

Diversão. Diversão. “Arambaré, papa-papa-parará, Arambaré, papa-papa-parará”. Isso foi só a primeira noite...



# . por Joelma Terto .  0 Comentários