sexta-feira, dezembro 06, 2002

tarará papá tucumdum

Não, eu não sei o que significa isso aí em cima. Eu não sei de quase nada. Mas eu queria dizer aqui que: o fim da gestalt não foi no post abaixo. A gestalt foi fechada ontem à noite, vendo aquelas pessoas, aquele casal, dançando flamenco. Pusta la mierda. E eu queria aqui dizer tantas coisas. Queria, mas não posso, não consigo, não dá. Eu fico só sentindo, que é melhor. Mas as coisas parecem fazer um sentido tão absurdo, que eu só posso dar muita risada disso tudo. Não, não procuro explicação pra nada, elas só insistem em brotar. É tudo muito leve, muito alvo, muito calmo. É tudo tão. E na minha cabeça se misturam violões, cajóns, palmas, pessoas, vestidos de petit-pois, rasgos, poemas, desenhos, mais pessoas, luzes, festa. E a chuva. Ah, a chuva. Mas ontem eu descobri que a chuva sempre traz a solução para os problemas. Mas ontem foi bom dormir ao som do trovão...

“Um gosto amargo na boca e a certeza que da próxima vez, só uísque escocês... Noites que passaram, noites que virão. Noites que passamos, lado a lado, em solidão. Noites de inverno, noites de verão. Noites que viramos esperando o sol nascer, esperando amanhecer. Amanheceu em Porto Alegre” (HG)


# . por Joelma Terto .  0 Comentários