terça-feira, dezembro 24, 2002

“Quando eu piso em flores, flores de todas as cores, vermelho sangue, verde oliva, azul colonial” (Zeca Baleiro)

Meu deus do céus! Eu tô encantada demais com esse homem! Como é que pode? Eu já o conheço há tempos. Conhecia o Vô Imbolá também há tempos, mas só agora gravei o cd. Que ouço, ouço, ouço, ouço. O tempo inteiro. No repeat. E, absolutamente, tudo me diz muitas coisas. Passado. Presente. Futuro do pretérito. Tudo. E isso é completamente insano. Agora fudeu. Mesmo. Eu tô tinindo. Não chega muito perto, que pode dar choque.

É lindo! E como é que só agora eu me dei conta disso? Simples. Só porque tudo tem sua hora, seu momento e sua razão de ser. Só isso. Só isso.

“Desembainho a minha espada cintilante, cravejada de brilhantes, peixe espada, vou pro mar...”


# . por Joelma Terto .  0 Comentários